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Videoguru entrevista: Jordana Berg, montadora

Atualmente, a carioca Jordana Berg é a grande referência na montagem de documentários no Brasil. Em sua extensa filmografia constam longa-metragens importantíssimos, com os quais ela conquistou o reconhecimento geral da classe cinematográfica.

Após 10 anos de carreira, com vários trabalhos em televisão e produtoras independentes nas áreas de clips, institucionais, demos, etc, Jordana teve a oportunidade de viver em Paris de 1993 a 1994, como editora na filial da Unesco. Até 1996, voltou para lá outras vezes com trabalhos free lancer.

Em 1997, já de volta à terra natal, começou uma longeva e bem suscedida parceria com Eduardo Coutinho, o mais importante nome do documentário brasileiro contemporâneo. Basta dizer que Jordana colaborou com ele em filmes fundamentais como “Santo Forte”, “Babilônia 2000” e “Edificio Master”. Desde então, tem sido um filme atrás do outro, com Coutinho e outros cineastas, quase sempre na linha do documental.

Recentemente, entre 2010 e 2011, para sorte de turmas privilegiadas de alunos, foi professora de montagem na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. No ano passado, se engajou no movimento de criação da associação de montadores e editores, que fervilha no Rio de Janeiro.

Como montadora, ela afirma que se sente uma parteira dos filmes, o que dá bem a medida da sua mistura feminina de qualidades e virtudes, aplicada nos trabalhos para os quais é convidada. Embora tenha ganho vários prêmios, diz que não foca nisso e nem dá muita bola.

Em meio aos trailers de seus filmes mais recentes, agora você vai poder saber um pouco mais sobre Jordana, como é o seu processo, o que pensa da profissão e da edição de documentários, e seus planos para 2012.

Trailer de “Uma Noite em 67” – de Renato Terra e Ricardo Calil

Videoguru – Os ultimos anos têm sido bem agitados na sua carreira de montadora, e em 2011 não foi diferente. Você pode contar pra gente o que rolou nesse ano e como tudo isso bateu pra você?

Jordana Berg – Comecei o ano no dia 1º de fevereiro mergulhando na difícil e maravilhosa travessia MARCELO YUKA NO CAMINHO DAS SETAS, da diretora Daniela Broitman. Foi um filme difícil de editar pois se tratava de um personagem vivo, e como, que não aceitaria nenhum tipo de condescendência.

Portanto mantivemos o “superego” afiado o tempo todo, pois sabíamos que qualquer deslize e perderíamos não digo a parceria, mas a conivência do retratado. O que seria um desastre. O filme foi editado até uma semana antes do festival pois estava previsto ter cenas do Marcelo Yuka  tocando no Rock in Rio. Foi tenso e emocionante.

Antes de acabar a edição do Yuka comecei a editar o “As Canções” do Eduardo Coutinho que também ficou pronto em cima da hora para o Festival do Rio. Depois de toda essa loucura, mergulhei num filme de Estela Renner, uma diretora paulista muito incrível e sensível. É um filme sobre a obesidade infantil que trata das faces palpáveis do capitalismo. Ainda estou neste filme pois ele é muito grande.

Ah, esqueci de dizer que fiz dois curtas este ano. Um da Flora Thompson De Veux, chamado “Para eso fuemos hechos” que será exibido apenas na universidade de Princeton pois é sobre um professor de lá, e outro curta do Eduardo Ades, chamado “A Dama do Estácio”. Um filme lindo, com a Fernanda Montenegro (arrasando!) Joel Barcelos e Nelson Xavier. E também vários trailers, que é uma das minhas especialidades há muitos anos.

Enfim, concordo com você: 2011 foi agitado mesmo

Trailer de “Marcelo Yuka no Caminho das Setas” – de Daniela Broitman

Videoguru – Você está em cartaz com “As Canções”, mais um filme do Eduardo Coutinho. Como foi a edição desse documentário? O que mais te marcou nesse trabalho?

Jordana – Na verdade não me sinto “em cartaz” como você diz. É diferente para um montador e para um diretor. O diretor, este sim fica em cartaz, eu parto pro próximo, não tem outra solução. Os diretores tem ciúmes e se sentem traídos porque me desligo do filme, mas essa é a sina de um editor, ir de filme em filme. É claro que torço loucamente pelos filmes que fiz mas é diferente. Sou a “parteira” mas não sou a “mãe” do filme. (N.E.: Eu sou testemunha, ela pode não se sentir mas está sim em cartaz, porque eu mesmo li o nome dela no cartaz de As Canções lá no Unibanco Arteplex.) 😉

Editar este filme do Coutinho foi puro prazer. Rapidamente chegamos a algumas conclusões/prisões que ajudaram a gente a ir pra frente mais rápido. Coisas que ficaram proibidas desde o início, como por exemplo usar plano aberto/plano fechado para editar uma música. Pode reparar que nenhuma música tem corte e isso foi proposital. Tínhamos cada música filmada duas vezes: aberta e fechada e fizemos, em cada uma, uma opção.

Trailer de “As Canções” – de Eduardo Coutinho

Logo no início alguns personagens cairam por motivos éticos ou mesmo pelo fato da música não ter um mínimo de sonoridade, mesmo cantadas por amadores. Era permitido desafinar mas com “sentimento”.

Sempre, nos documentários, tem personagens que não tem noção de que aquele depoimento vai ser visto por seus filhos, pais, pelos professores e amiguinhos dos filhos…e cabe a nós protegê-los da sua ingenuidade. Neste filme, assim como em outros do Coutinho, onde as pessoas se entregam de coração, não foi menos verdade.

Por alguma razão, as histórias pareciam muito orgânicas e a junção com as músicas muito natural. Este era um filme que o Coutinho parecia querer fazer
há bastante tempo, portanto foi um filme que teve leveza em todas as suas etapas.

Também não posso deixar de dizer que a participação do João Salles foi fundamental nesse filme. Aliás em todos os filmes do Coutinho. Aliás, em todos os filmes que eu faço!

Videoguru – Já são muitos anos de colaboração contínua com o Coutinho. Como é trabalhar com ele e o que essa relação representou para o seu desenvolvimento como montadora?

Jordana – Trabalho com o Coutinho desde 1995, um pouco antes do Santo Forte. Comecei com ele editando uns filmes institucionais que deveriam ser resgatados pois apesar de serem institucionais tinham a marca dele muito forte e eram muito bons. Tenho quase certeza que ninguém conhece essas pérolas.

Se eu pudesse mudar alguma coisa no Coutinho o que seria? Que ele parasse de fumar na ilha. É charmoso falar do cigarro dele mas não é nem um pouco charmoso ficar 8 horas na ilha “fumando” com ele.  Ele só parou de fumar na ilha nos filmes em que eu estava grávida ou amamentando. E deixava claro que me odiava por isso. Mulher editora tem dessas coisas.

Jordana e Coutinho numa foto muito especial para ela

A cada novo filme aumenta o número de coisas que ele se arrependeu de ter feito por sugestão minha, então a cada novo filme ele reclama mais. E eu também reclamo de tudo que tive que negociar e abrir mão. Todo início de filme, passamos em revista as reclamações e aí começamos. No Santo Forte por exemplo, ele me acusa de o ter convencido a tirar um canto evangélico e diz que é porque eu sou judia. No Peões ele me obrigou a abrir mão de uma pergunta que ele fazia ao personagem:

– O senhor era forte na época?
-Ah sim! Eu era forte e ignorante!

Eu amava isso e passei a dar papinha pros meus filhos dizendo que eles tinham que comer para ficar fortes e ignorantes.

Bem, trabalhar com o Coutinho esses anos todos é um privilégio e uma escola completamente determinantes do que eu me tornei hoje. Não há dúvida. Para o bem e para o mal. É difícil falar sobre isso.

Videoguru – Seja com o Coutinho ou com outros diretores, sua carreira é repleta de documentários. Que particularidades envolvem a edição para esse genero de filmes?

Jordana – Sou apaixonada por documentários. E isso deve atrair. Raramente um documentário parte para a edição com um roteiro, então, inevitavelmente o filme acaba sendo descoberto na montagem. Não estou dizendo que acho isso certo ou errado, bom ou ruim, mas é na prática o que acontece.

O excesso de material, assunto do qual todos os montadores estão falando atualmente, realmente está tornando este trabalho extenuante, exasperante.

O incrível no documentário é o poder que o próprio material tem em falar pra você. É como se tivesse vontade própria. E em geral vale mais a pena tentar ouvir o que o material diz do que tentar impor algo externo ao que está lá. Mas é difícil pois são tantas vozes, tantas vontades, tanta subjetividade que o medo de errar é enorme.

Editar documentário é muito penoso. Mente quem diz o contrário. Especialmente quando estamos lidando com pessoas/personagens. Sempre esbarramos na ética, que não nos deixa ultrapassar certas fronteiras. E isso é tão inegociável que dificulta muitas coisas.

Luto contra a manipulação fácil, ou divertida. Luto contra a herança maldita que a TV deixou nas mentes e olhos de todos nós. Sempre busco montar acreditando que o interlocutor será inteligente e não precisará de todas as legendas e ilustrações para entender algo por mais complicado que seja. Sempre tenho isso como guia na edição. Brinco que tem um serviço que deve ser feito pelo espectador e me recuso a fazê-lo no seu lugar.

Trailer de “Família Braz – Dois Tempos” – de Dorrit Harazim e Arthur Fontes

Videoguru – Que ferramenta você usa para editar e como está vendo toda essa confusão causada com o surgimento do Final Cut Pro X?

Jordana –  Me sinto jurássica nesse aspecto de equipamento pois comecei editando em máquinas U-matic, depois betacam e assim por diante. No nascimento do não linear estava morando na França e peguei este boom lá. Voltei apaixonada pelo AVID e assim fiquei até 2001 quando o Final Cut entrou definitivamente na minha vida e ganhou meu coração.

Atualmente trabalho com o FINAL CUT 7 e nem tentei entrar no mundo do Final Cut X quando vi que não estava acabado. Não tenho opinião sobre isso pois resolvi esperar a situação se estabelecer para tomar decisões. Na verdade, no documentário sinto pouca falta de ferramentas além das que já existem. O meu computador é de 2007.

Gasto muito tempo pensando, escrevendo, cortando papéizinhos para pregar no quadro de cortiça. Quando estava editando o Babilônia 2000 com o Coutinho, cortamos papéis e colamos na janela na ordem do filme. E ele apelidou este processo de “Windows 98”.  Foi o mais longe na tecnologia que ele conseguiu ir. Eu estou um pouquinho mais avançada que ele. Mas bem pouquinho.

Esquema de papéis colados na parede usado por Jordana em “Uma Noite em 67”

Videoguru – É sabido que você tem uma relação especial com seus assistentes. Pode falar disso?

Jordana Sempre tenho uma assistente trabalhando comigo. Eu tenho muita necessidade de ensinar, dividir meus conhecimentos e em geral miro numa pessoa que acho que vai ser uma boa depositária dessa minha vontade e formo ela. Em geral, a formação inclui tudo, desde o que eu sugiro ler, assistir, ouvir, até noções de ergonomia na edição, postura com o diretor, rigor nas etapas do trabalho, tudo mesmo.

Quando percebo que essa assistente (no feminino mesmo porque em geral são mulheres) está pronta, indico ela para os trabalhos e ela toma seu próprio rumo. Tenho muito orgulho das minhas assistentes que viraram editoras (e das boas) e acompanho a carreira delas com um sentimento muito materno. Torço muito.

No início eu também ensinava a operar a máquina, mas hoje já escolho pessoas que saibam operar bem, de preferência melhor do que eu. Não domino mais a parte de assistência pois me deu preguiça de acompanhar a evolução. São tantos plug-ins e codecs e pro res, que eu desisti.

Videoguru – Você está participando do movimento de formação de uma associação de editores e montadores. O que você espera dessa iniciativa e como você pretende atuar?

Jordana – Acho incrível que isto esteja acontecendo, e pela internet. É a primavera da montagem!  Acho que está no ar dos tempos. Uma associação como essa “des-hierarquizada” contudo não anárquica, é totalmente antenada com o nosso tempo. Acho que durante anos o lugar do montador foi uma esculhambação. E nunca uma esculhambação a nosso favor.

Jordana com seu Macbook Pro, participando da primeira reunião do movimento de criação da associação de montadores e editores. Tive a sorte de ficar do seu lado, e compartilhar de sementes de girassol capturadas de seu marido e querido amigo meu, o cineasta Sergio Bloch. (Foto de Fernanda Bastos)

Como a edição é uma das últimas etapas num processo de feitura de um filme, em geral é onde o dinheiro já acabou e é difícil dizer a um produtor que entendemos perfeitamente todas as escolhas que ele fez durante a produção mas que não temos nada a ver com isso, e não devemos ser nós a pagar por isso. É fácil magoar um produtor e ser visto como mesquinho.

Na verdade não sei como pretendo atuar. Espero que me cobrem, me solicitem e me arrastem para dentro desse processo pois quero estar fazendo esta história junto com todo mundo. Me sinto deixando um legado para as novas gerações que estão chegando. Eu tenho um filho de 12 anos que edita em Final Cut. Quem sabe ele será no futuro, um dos editores beneficiados por esse movimento?

Videoguru – Quais são os seus planos para 2012?

Jordana – Meus planos para 2012 são: acabar este filme paulista, acabar um filme que estou montando com o Walter Carvalho sobre um poeta, editar outros dois filmes sobre os quais não tenho ainda permissão para falar, dar algumas palestras agendadas, continuar o desenvolvimento de um projeto de uma série educativa com a Célia Freitas e o Fernando Vidor e entre uma coisa e outra, fazer pilates, levar os filhos no dentista, no pediatra, na aula de piano, de inglês, de volei, de circo, pintar a casa, reestofar o sofá que o gato comeu, retomar aulas de piano, ir na academia pelo menos 3 vezes por semana, ultrapassar o inferno na Divina Comédia…

Ah, e tentar achar um tempo para realizar o sonho de editar algum filme com o meu marido Sérgio Bloch que é obrigado a ver 10 copiões do mesmo filme sem ganhar crédito no rotativo final.

• • •

O Videoguru agradece à Jordana por compartilhar essa linda, inteligente e sensível entrevista, e deseja que ela consiga realizar todos os seus maravilhosos planos e sonhos em cada um dos 365 dias de 2012.

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12 comentários Nesse post
  1. Muitooo boa entrevista. Eu curto muito editar documentário, nunca editei um filme, mas já fiz coisas pequenas. Depois dessa entrevista pude ver que realmente e isso que eu quero pra mim, editar documentários. Meus parabéns pessoal.

  2. Ela já parou de dar aula na Darci Ribeiro?
    Quero aprender um pouco mas sobre documentario mas ainda não sei qual curso fazer.

    • Acho que esse ano não há previsão da Jordana ministrar aulas na Darci Ribeiro. Mas ela programou algumas palestras.

    • Olá Luan
      Que bom que essa entrevista inspirou você porque para
      editar documentários vai precisar mesmo, além de todas as outras coisas, de muita inspiração. Você já ouviu falar da pós-graduação em documentário na Fundação Getúlio Vargas, coordenada pelo Eduardo Escorel? É a minha recomendação mais forte por ser específica. A Darcy Ribeiro é um curso de cinema em geral, também muito boa, e na qual eu me orgulho muito de ter lecionado. Como a demanda por documentário está sendo grande lá, o curso está começando a contemplar isso de maneira mais efetiva. São cursos diferentes e não excludentes pois a Darcy é um curso livre e a FGV é uma pós. Mas enquanto você não decide vai assistindo a tudo que estiver ao seu alcance que já é bom. Boa sorte no seu caminho no documentário. Vale muito a pena. abs. Jordana

      • Olá Jordana,

        Obrigado por ter me respondido.

        Eu não conhecia não. Eu estava olhando o site deles e gostei da programação e do modo de avaliação. Como e pós-graduação, ainda não e possível pra mim pq não sou graduado.
        Eu estou na fase em que não sei qual faculdade fazer, se faço de cinema ou outra coisa relacionada a video. Porque dizem que faculdade de cinema pra mim que já estou trabalhando em uma produtora, não vai adiantar muita coisa, por isso pensei em um curso na Darcy.
        Saberia me dizer qual faculdade ou Curso seria o ideal pra mim?

        bjs. Luan

  3. Olá Jordana,

    Sou entusiasta do seu trabalho e gostaria muito de entrar em contato para discutir sobre montagem / edição. Pois sou recem formada e adoraria aprender mais com você. Muito obrigada.

  4. Olá, Jordana
    Gostaria de lhe fazer um convite quanto a um mini curso em um festival. Se puder, entre em contato ou me passe um contato para conversarmos melhor.
    Abraço e sucesso!

  5. Prezado Jõao,
    gostaria de agradecêr a você esta entrevista tão bacana. Gostei muito dela e tirei conselhos e dicas do cinema de Coutinho muito interessantes.

    Assim, eu traduzi a sua entrevista e compartilhei-a no meu blog – citada e referenciada como deve ser, claro. Já tinha feito isso com mais entrevistas a montadores. O meu blog fala de tudo no que diz respeito à edição. Eu sou só um estudante, com vontade de ser montador, que simplesmente procura aprender compartilhando. Achei que para entender melhor o cinema de Coutinho, e para fazê-lo conhecer aos hispanoparlantes melhor, trazuir esta entrevista em Editor Under Construcion seria bom. Espero que você não leve a mal.

    É aqui o link: http://editorunderconstruction.blogspot.com.br/2013/12/jordana-berg-sobre-editar-con-coutinho.html

    Seja como for, muito obrigado.

    • Olá, Pablo. Nós nos sentimos felizes e honrados por ter um post nosso compartilhado no seu site. E a entrevista com a Jordana, ficou realmente incrível, merece ser lida por mais pessoas. Parabéns pelo blog, que é uma referência mundial no assunto. Saludos de Brasil

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