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Videoguru entrevista: José Francisco Neto, Supervisor de Pós-produção Digital

José Francisco Neto, ou melhor, Chiquinho, como é mais conhecido no mercado, trata-se de uma das maiores referências em vídeo digital, principalmente na cidade de São Paulo.

Atualmente trabalha na CINEPRO | DOT, empresa da qual é sócio-fundador e Diretor Técnico. Especializado em processamento de imagens, figura entre os membros da SMPTE – Society of Motion Pictures and Television Engineers e da ABC – Associação Brasileira de Cinematografia.

Com vasto conhecimento e experiência em pós-produção vídeo digital, está habituado a ministrar workshops, cursos e palestras, e escrever para revistas especializadas.

Trabalhou em diversos longa-metragens como “Hoje”, de Tata Amaral, “Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios”, de Beto Brant, e “Sabado”, de Hugo Giorgetti, e participou de vários projetos de televisão.

A entrevista de Chiquinho para o Videoguru representa uma oportunidade especial de conhecer mais de perto esse prestigiado profissional, e aprender com sua visão sagaz e sempre bem fundamentada das novas tecnologias que envolvem a industria audiovisual.

Videoguru – Tenho a impressão de que você tem um perfil meio peculiar para um engenheiro eletrônico, menos sisudo e mais antenado, ligado aos criativos, com uma atuação mais no âmbito das produtoras do que em emissoras de televisão. Fale um pouco do seu percurso profissional, e como você vem atuando hoje?

José Francisco Menos sisudo talvez porque abandonei a faculdade de engenharia no quinto ano… Parece loucura mas na época estava impossível conciliar trabalho e escola. Dirigia uma das mais importantes empresas de pós-produção, a NewVision, com equipamentos e pessoal de ponta e foi meio natural colocar a faculdade em segundo plano.

Mas é verdade que sempre estive posicionado entre a tecnologia e os artistas de criação. Percebi esse espaço logo no início da minha carreira. No final dos anos 80, a Miksom era uma produtora gigante, provavelmente a maior, pois entre funcionários fixos e temporários, deveriam rodar por lá uns quatrocentos profissionais. Eu trabalhava no departamento de engenharia com mais umas sete ou oito pessoas e fui chamado ao estúdio porque o diretor de fotografia não estava contente com a imagem da câmera de vídeo.

Ele era oriundo do cinema e todo aquele mundo do vídeo era um terreno pantanoso. Ouvi atentamente uma demorada explicação sobre o que ele queria ver na tela, um monte de reclamações sobre o resultado pobre que estava obtendo, como teria sido melhor fazer em película e etc. Foi então que tirei do bolso uma daquelas chavezinhas de fenda que andavam no bolso dos engenheiros e em cinco segundos ajustei um parâmetro do processador de imagem da câmera.

A expressão de surpresa misturada com satisfação estampada no rosto do diretor de fotografia está gravada em minha memória até hoje. Naquele instante ficou claro para mim, onde eu deveria atuar: traduzindo a tecnologia para os criativos e vice-versa. Passados 25 anos, já atuei em diversas funções e experimentei muitas atividades, mas acho que de uma maneira ou de outra, sempre me mantive dentro daquele conceito original.

Repertório de VFX da CINEPRO | DOT – empresa de Chiquinho

Videoguru – É conhecida a sua histórica ligação com as tecnologias Apple para as áreas de audio e video profissional. Como você está vendo as novas estratégias e o atual posicionamento da empresa no setor?

José Francisco – A Apple nunca escodeu que buscava o mercado de massa, o consumidor comum. O mercado profissional me parece mais como uma oportunidade que sutgiu com a introdução do Mac e que foi muito bem aproveitado. Os profissionais de editoração eletrônica, som e depois vídeo, estavam carentes por ferramentas de trabalho com recursos e confabilidade. Antes da difusão do Mac chegar ao mercado, todo mundo buscava um meio de conseguir fontes com espaçamento correto nas imagens geradas por computador e o tratamento de fotografias era um suplício.

E o que havia à disposição? O PC, um equipamento criado e vendido como um kit, onde o objetivo é se divertir montando e tentando fazê-lo funcionar. Os profissionais não querem kits, querem ferramentas que funcionam, sejam boas de usar e acelerem a execução de tarefas. O PC não cumpria nenhuma dessas fuções e, para ajudar, o sofware desenhado para ele seguia o mesmo princípio, tanto o OS quanto os aplicativos. Eram simplesmente toscos.

Acho que toda a estratégia sobre os ProApps e os MacPro foram importantes para estabelecer uma referência para os consumidores potenciais e certamente não foi um mal negócio. Mas os sinais de mudança de foco estavam todos lá: Houve a compra do Shake somente para aproveitar as bibliotecas de processamento de imagem. Adiantaram a revolução no mercado de correção de cor com a compra do Final Touch, incorporado com o nome de Color mas sem nunca sofrer um upgrade, nem mesmo de interface.

Final Cut Pro X, a nova versão do programa de edição da Apple

A chegada do Final Cut X apenas colocou um ponto final numa longa sentença. Não acho uma estratégia equivocada, pois o conceito de interface do novo FCX tem muito de bom e é apontado para o novo usuário, que não precisa de Timecode e que trabalha mais intuitivamente, como uma criança colando recortes espalhados sobre a mesa. O potencial é gigantesco, muitas vezes maior que o mercado que foi deixado livre para Avid e Adobe.

Eu sou um dos que vão ficar com saudades.

Videoguru – O que você poderia destacar do que surgiu em termos de tecnologia digital em 2011, nas áreas de captação, pós-produção e distribuição de audiovisual?

José Francisco – Não dá para dizer que surge algo novo assim com tanta facilidade. Hoje sabemos de quase tudo, muito antes de acontecer. As datas são apenas para marcar o lançamento de um produto ou a cristalização de uma tendência. 2011 não foi muito generoso em novidades para o audiovisual, pois esta indústria está de certa forma estagnada, vivendo apenas de transformações cosméticas que não alteram seu âmago. Mas destacaria o seguinte:

Na captação, a chegada definitiva da Canon no mercado de câmeras de vídeo e cinema, o que acentuará ainda mais as produções de alta qualidade técnica com câmeras handheld. E no cinema, a quase completa desativação do parque 35mm em favor da captação digital, sobretudo com ARRI Alexa e RED Epic. Uma transformação muito rápida e em grande escala.

Arri Alexa, um dos modelos de camera digital que está substituindo as tradicionais cameras 35mm em produções de longa-metragem comercial.

Na pós-produção, a maior transformação foi o fim da transição de um workflow baseado em fitas para outro baseado em arquivos. A imensa maioria das empresas (preparadas ou não) está agora, se utilizando de arquivos em toda a cadeia de pós, deixando as fitas apenas para algumas entregas finais dos programas.

No mercado da publicidade houve uma espécie retrocesso. Os filmes comerciais até foram captados com alta tecnologia (RED, ALEXA, etc) mas continuaram sendo finalizadas em SD (resolução standard – 720×486 pixes). Foram raríssimos os filmes feitos e exibidos em HD. Com isso, a TV hoje mostra um fenômeno bizarro: a qualidade técnica da programação normal das emissoras é muito superior ao break comercial. É ridículo!

Para distribuição de sinal nos sistemas de TV, o cloud computing começa a ser considerado, apontando a nova tendência tecnológica que completaria o ciclo de informatização do mundo broadcasting. No mercado cinematográfico, ocorreu o ponto de inflexão na distribuição e exibição de filmes onde a mídia digital ultrapassou os 50% de penetração na américa do norte.

Isso trouxe grandes implicações porque as previsões para o “desligamento” do parque 35mm foram puxadas para 2015 por lá, quando cerca de 80% da distribuição será digital e o filme deixará de ser viável. O reflexo para nós será enorme porque, sem escala, os custos do filme devem subir muito e o Brasil não terá nem metade de seu parque de exibição convertido para digital. 2011 fechou com 289 salas D-Cinema no Brasil, pouco mais de 10% do total.

Videoguru – Você participou do Simpósio de Pós-produção Criativa, promovido pela Cinemateca Brasileira em São Paulo. O que representou o evento e qual a importancia desse tipo de iniciativa para o Brasil?

José Francisco – A importância é enorme, pois na maioria dos debates que vejo e participo, o tema sempre fica rondado a tecnologia, como se não houvesse mais nada a discutir. Chatíssimo. Veja, a pós-produção é tudo o que ocorre depois da produção, tem um mundo de coisas que acontecem depois de se desmontar o set de filmagem. A iniciativa foi da Maria Dora Mourão da (ECA-USP) que trouxe o evento originalmente criado em Londres por Roger Crittenden, cheio de convidados importantíssimos para falar de montagem, edição de som, mixagem, cinematografia, restauração e também tecnologia.

Alguns dos convidados estrangeiros que participaram do Simpósio de Pós-produção Criativa

Para citar apenas alguns, tivemos o Eduardo Escorel (Terra em Transe e Macunaíma) falando sobre a criatividade do montador, Roberto Perpignani (O carteiro e o poeta) sobre as técnicas de montagem, Larry Sider (Dwelling spaces e Máscara da ilusão) sobre as possiblidades do uso de sons adicionais e músicas em soma ao som original e a contribuição criativa dos sound designers. A respeito das novas possibilidades da cinematografia digital tivemos Curtis Clark (American Society of Cinematografy) e Cesar Charlone (Cidade de Deus). Apresentando os processos de restauração de películas Lauro Escorel (Bye-bye Brasil, Ironweed, Eu sei que vou te amar), Patricia Di Filippi (Cinemateca Brasileira) e Davide Pozzi (Cineteca di Bologna).

Depois de uma semana com tantos experts de todas as àreas da pós-produção espero que este seminário tenha aberto os olhos dos novos profissionais e estudantes sobre a necessidade de se entender este processo como um todo, onde haja maior integração entre os elementos técnicos e criativos e também entre os diversos estágios. Isso infelizmente ainda é raro num projeto grande como um longa-metragem e os produtores tendem a trabalhar isoladamente com cada uma das equipes.

Videoguru – Como está o panorama brasileiro em relação às tecnologias de ponta na área audiovisual? Aonde precisamos de mais investimento e o que está faltando para nos posicionarmos melhor no cenário mundial, por exemplo, no cinema digital?

José Francisco – Como em todas as outras áreas, o Brasil é cheio de contrastes também no audiovisual. E o vilão aqui é o mesmo: a alta carga tributária sobre os equipamentos e serviços que estimula a informalidade que estimula a desconfiança que eleva os custos que eleva a sonegação que mantém os impostos altos (para quem paga), que eleva os custos de quem produz e por aí vai.

Aqui no Brasil, uma locadora de câmeras que quer trazer equipamento de ponta, paga quase o dobro no equipamento e aluga pela metade do valor  que um americano. É completamente inviável. Ainda sem contar que eles não compram nada à vista, podem fazer um leasing tranquilamente. É preciso urgentemente colocar os impostos de importação sobre os equipamentos em níveis razoáveis como nos demais países da America Latina. Nem o discurso de proteção à indústria nacional faz sentido pois não existem fábricas de câmeras, lentes ou Avids por aqui.

Temos um potencial enorme de geração de riquezas através do audiovisual que tem sido solenemente negligenciado pelas autoridades. Esta atividade opera com muitos elos que geram tributações em cascata, por exemplo: um filme que está em cartaz no cinema tem tributos sobre o ingresso, o transporte da cópia exibida, a geração da cópia, os funcionários do cinema, o distribuidor e seus funcionários, a produtora do filme e seus funcionários, a finalizadora do filme, seus funcionários, os temporários e especialistas contratados, a empresa de mixagem, de edição de som, de masterização, do transfer-to-film, do laboratório, dos produtos químicos, aluguel do estúdio, aluguel de locações, empresa de transporte, passagens aéreas, hospedagens, alimentação, jurídico, seguro… nem cheguei na equipe que pode chegar na casa das centenas de pessoas. É muito imposto alto, em cascata.

Para finalizar o assunto, estamos finalizando os episódios brasileiros de uma série internacional de um canal canal americano. Com o dinheiro gasto para produzir um único episódio dentro do território brasileiro, eles produzem três no México ou mesmo nos Estados Unidos. Custamos trës vezes mais caro aqui!!! Mesmo considerando que o Real está sobrevalorizado, a conta não fecha.

Temos agora a famosa PL116. Sou contra criar demanda por decreto, mas o projeto carrega o lado bom o ruim. Com a simples obrigação de se exibir produções nacionais em certo volume (começa com 30 min), não haverá financiadores para estes programas, porque comprar um seriado é infinitamente mais barato que produzir qualquer coisa aqui. Isso vai gerar uma enxurrada de programas de baixo custo, principalmente de entrevistas: duas cadeiras, dois microfones, um apresentador e uma câmera.

O lado bom do projeto é que ele regulamenta o intrincado sistema de transações para a venda das produções, das cotas de investidores em empresas nacionais, quem vende o quê para quem, regras para o financiamento, origem de recursos, etc. Traduzindo, ter regras que não agradam a todos é melhor do que não ter regra alguma. Com as coisas balizadas, a confiança nos contratos fica estabelecida e o jogo pode ser jogado. A tendência natural é que a longo prazo, um mercado se estabeleça. Até hoje sem estas definições era impossível qualquer coisa se desenvolver por aqui.

Cena do longa-metragem “Hoje”, de Tata Amaral, que teve sua pós-produção trabalhada pela empresa CINEPRO|DOT

Videoguru – Especula-se que Apple está para lançar um novo produto, que seria uma espécie de revisão do conceito de televisão para consumidores. Como você vislumbra que será a televisão do futuro e que papel a internet desempenhará nessa nova realidade?

José Francisco – A grande diferença entre o computador e a TV está nos 30 graus como disse o cara da Sony. O computador exige interação ficamos inclinados para frente, a TV propõe passividade e ficamos recostados no sofá. Não dá para colocar um teclado não mãos do espectador, tenha dó! A outra grande diferença está no conceito do canal, aquela estação à qual sintonizamos em busca de um fluxo contínuo de informação, inspiração ou entretenimento. O canal é eminentemente passivo e é ele que tem sofrido desgaste com a nova ordem de interatividade que o jovem busca, especialmente no uso social da Internet.

Em breve vamos consolidar completamente a tendência de assistir programas offline (sob demanda) usando o controle remoto. É muito mais legal fazer o seriado começar na hora que a gente quer do que seguir o comando do canal que regulam até a hora de fazer xixi. O canal tradicional vai sobreviver dos grandes temas de apelo que acontecem ao vivo ou muito populares (auditório, telenovela). Na verdade já é o principal programa de qualquer canal no mundo: um jogo de futebol importante, o carnaval, a invasão do morro do Alemão, as Olimpíadas, etc.

Na minha opinião, o que a mescla da TV com a Internet vai trazer, é a transformação do espectador de um ser passivo e opaco em um ser pensante e brilhante. Explico: os espectadores de TV à cabo (do canal) tem o terrível hábito de se deixar levar pela comodidade e fica por horas assistindo seriados que já viu algum dia, numa repetição sem fim, uma letargia descomunal! Tem mais, o tempo gasto nos intervalo comercial é de cerca de 15min por hora, ou seja 25% do tempo jogado no lixo. Esse tempo todo o espectador fica morrendo mais cedo, porque 90% do intervalo é ocupado com chamadas da própria programação de seriados repetidos do canal e o restante exibe publicidade barata, de quinta categoria que nem a graça e epserteza dos bons comerciais traz. Ah, sem falar que esses comerciais ruins ficam o tempo todo se REPETINDO!!!

Se o espectador se desconecta do canal e levanta uns 30 graus para saber da vida dos outros no Facebook ou ler piadinhas ridículas, o ganho é enorme porque pelo menos o cérebro saiu do estado de letargia e começou a funcionar. Além do mais, todo mundo sabe que a tendência é o cidadão clicar em algum link e ser tragado por algo mais interessante e inédito. Isso é um avanço muito grande que teremos para o futuro em termos das capacidades de sinapse dos espectadores. Tomara que alguma faculdade da Inglaterra esteja medindo isso numa daquelas pesquisas que a gente vê no noticiário! rsrsrs.

Na biografia do Steve Jobs, vi uma alusão sobre sua vontade de revolucionar o aparelho de TV. Como a outra vontade dele se realizou agora em janeiro com o lançamento dos textbooks, é de se esperar que o televisor também receba atenção da Apple. Mas não só por isso. Seria um caminho natural já que trata-se de um aparelho de consumo que não tem novidade alguma desde a inveção do zapping com a chegada do controle remoto. A situação atual dos televisores lembra muito a dos celulares antes da chegada do iPhone: um aparelho que todo mundo tem (às vezes mais de um), com uma interface consagrada, mas paupérrima em recursos e difícil de usar.

As mais modernas vem carregadas com aplicativos de coisas idiotas como receitas ou coisas legais (Facebook, Youtube) mas com interface e performance risíveis. A Apple tem todo o conjunto de ferramentas para oferecer um televisor muito mais interessante: a navegação e integração do AppleTV, tecnologia de display do Cinema Display e o mais importante, o conteúdo do iTunes. Juntado todas as armas que já existem, fica faltando somente uma forma de adaptar a coleção de gestos do iPhone/iPad para o controle remoto… ops eles já tem isso também no TrackPad! Então não falta mais nada! A dúvida seria então é sobre “quando” e não “se” o televisor Apple virá.

Na verdade nunca se sabe… Em 1999 estive numa congresso muito peculiar em Los Angeles. Em meio à euforia da grande bolha da Internet, a tecnologia de streaming estava com tudo e a Apple criou este congresso para reunir desenvolvedores, empreendedores e empresas em torno de um dos pilares da empresa o QuickTime. Durante dias, vi as maravilhas que se podia fazer com ele, coisas que, mesmo sendo um usuário avançado, eu nunca havia imaginado. Coisas como renderizar imagem vetorial (flash?) ou programar uma calculadora dentro do seu framework.

Então criei coragem e perguntei ao vice-presidente para assuntos do QuickTime quando veríamos uma QuickTimeTV, afinal já estava tudo pronto: tecnologia madura, hardware, software e com chegada da bandalarga, o meio. Para minha surpresa, ele disse candidamente que já havia feito um projeto piloto na Inglaterra exatamente com a ideia que propuz e que foi descartado por julgar que o mercado ainda não estava pronto para um produto como aquele. Já se passaram 13 anos, então eu pergunto: Será que o mercado já está preparado?

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3 comentários Nesse post
  1. Muito bom o material da entrevista!

    Num mundo cheio de tutoriais e especificações de equipamentos, é ótimo poder ler conteúdo de gente foda no mercado.

    • É sempre bom saber o que o Chiquinho tem a dizer em tecnologia para vídeo digital. Espero que ele volte ao Videoguru em breve!

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